quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Minhas poesias


Do tempo

Quando o dono do tempo quebrar a ampulheta
E o resgate das horas assim ocorrer
Ao coração se virá atroz lanceta
Que o sangue da vida fará escorrer

Ao passo inevitável da cruel corrida
No cotidiano lânguido do dissabor
Impositivo se faz viver-se a vida
Nas paragens belas do vivo amor

Pois se o mundo ingrato nos faz sofrer.
E o sistema insiste em fimícola ser,
Só resta saber aproveitar o momento.

E a cada minuto que falta na vida,
Fazer o bem na toada da lida,
Ao desgaste final da pedra do tempo.

Um comentário:

Felício Torres disse...

Muito boas, como sempre!
mas precisei de dicionário!!!!
rsrsrs
Aprendendo sempre.
Parabéns!